A vice-presidenta Elza Sales e a Secretária de Saúde do/a Trabalhador/a, Marina Vieira, representando o SUPREMA, participaram, nesta quinta-feira (27 de agosto), da culminância do projeto “Combate à Violência contra a Mulher”, realizado na Unidade Prisional de Pacatuba, em alusão ao Agosto Lilás. A atividade promoveu um momento de diálogo, informação e reflexão sobre as diferentes formas de violência contra as mulheres e o papel da educação na prevenção dessas violações.
Desenvolvido durante todo o mês de agosto, o projeto envolveu professores e estudantes em atividades voltadas à compreensão dos seis tipos de violência contra a mulher: física, psicológica, sexual, moral, patrimonial e virtual. A partir de pesquisas, estudos e debates, os estudantes produziram cartazes e organizaram apresentações sobre as diferentes formas de violência, refletindo sobre suas consequências e sobre a importância do respeito e da igualdade nas relações.
Durante a culminância, os alunos apresentaram os trabalhos desenvolvidos em sala de aula e compartilharam suas percepções sobre o tema. A participação ativa dos estudantes demonstrou a importância de criar espaços de escuta e debate sobre uma realidade que atravessa diferentes contextos sociais.
A programação contou ainda com a apresentação do cordel “Violência contra a Mulher não é Coisa de Homem”, de autoria da professora Elsa Pena, e com a palestra conduzida por Elza Sales e Marina Vieira, que ampliaram o debate sobre o enfrentamento à violência de gênero.
Para as representantes do SUPREMA, levar essa discussão para dentro de uma unidade prisional também é uma forma de reconhecer a educação como instrumento fundamental para a transformação social. O debate possibilita refletir sobre comportamentos, relações de poder e formas de violência, contribuindo para a construção de uma cultura baseada no respeito, na dignidade e na igualdade.
A atividade encerrou um mês de mobilização e trabalho coletivo na Unidade Prisional de Pacatuba, reafirmando que o enfrentamento à violência contra a mulher precisa estar presente em todos os espaços da sociedade. Informar, educar e promover reflexão são caminhos fundamentais para prevenir violências e transformar relações.















