Na noite desta quarta-feira (15 de abril), o Suprema abriu as portas para um novo capítulo de sua história — e, como na célebre imagem de Jorge Luis Borges, fez do espaço um verdadeiro paraíso de livros, encontros e ideias em movimento.
A inauguração da Biblioteca Professora Joana D’arc Ferreira Lopes marca a criação de um ambiente dedicado à leitura, à formação e à construção coletiva do conhecimento. Aberta à categoria e também à comunidade, a biblioteca nasce com a proposta de ir além das estantes: ser ponto de encontro, troca e fortalecimento da cultura.
Durante a solenidade, a presidenta do Suprema, Nívia Marques, destacou o significado do espaço para a entidade e para a educação. “A gente não está inaugurando só uma biblioteca. Estamos abrindo caminhos, criando possibilidades e reafirmando que a educação e a cultura são ferramentas de transformação coletiva”, afirmou.
O momento também foi marcado pelo descerramento da placa em homenagem à professora Joana D’arc Ferreira Lopes, gesto simbólico que oficializa não apenas a entrega do espaço físico, mas o nascimento de um território de memória e reconhecimento. Emocionada, a homenageada ressaltou a importância da iniciativa. “Ter meu nome ligado a um espaço como esse é uma honra imensa, ainda mais receber essa homenagem em vida. Que essa biblioteca seja viva, que circule conhecimento e que alcance muitas pessoas”, declarou.
A programação seguiu entre livros e diálogos. Já entre prateleiras que começam a ganhar vida, o espaço recebeu a apresentação do livro “O Vale das Batalhas”, do escritor Inácio Vasconcelos. Após a leitura pelo público, o autor compartilhou reflexões sobre a concepção da obra, que aborda a separação dos territórios de Maracanaú e Maranguape, promovendo um momento rico de escuta e troca.
Entre palavras, presenças e olhares atentos, a nova biblioteca se firmou como aquilo que promete ser: um espaço vivo, pulsante e construído coletivamente por todas e todos que acreditam na força transformadora da educação e da cultura.












